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12/11/2014


Escrito por Juliana às 14h53
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20/10/2014


Escrito por Juliana às 01h01
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04/06/2010

HARVEY

 

 

Em uma sociedade capitalista, em pleno século XXI, onde a solidão parece atingir o ápice da condição humana e o compartilhamento de uma vida se faz a necessário, eis que surgem várias idéias de alma gêmea ou par perfeito.

Mas para se acertar, é necessário errar-se muitas vezes antes.

Onde está sua alma gêmea? Você precisa tentar.

Imagine, depois de meses observando sua vizinha, que você encontra-se apaixonado por ela e descobre que ela é sua alma gêmea, qualquer aproximação bruta pode espantá-la, e juntamente com a insegurança se faz o silêncio. Você espera que algo aconteça, em vão.

Então, quando ela menos espera, você a procura e anseia por dizer seu amor platônico e sua necessidade de tê-la ao seu lado... Mas há um problema, você só é uma metade.

Literalmente, você só tem uma metade. Isso pode parecer estranho, mas Harvey, um curta dirigido pelo australiano Paul Mcdonald, retrata exatamente isso.

Repleto de metáforas, o curta de terror extremo choca os espectadores ao apresentar um homem ao meio, a procura de sua outra metade.

Beirando certo lirismo, o curta metragem é inteiramente em preto e branco, somando uma dramaticidade ao mesmo. Com uma trilha sonora simples, a música termina por deixar o espectador no ápice da incredulidade. 

Com o posicionamento de ângulos perfeitos do diretor, é possível avaliar a sinceridade dos personagens e a total fragilidade diante de sentimentos, mostrando como o ser humano é sensível em relação às emoções.

“Os olhos são o espelho da alma” casa perfeitamente nesse curta, onde por várias vezes o foque dos olhos mostram a sinceridade sentimental na mais pura expressão, seja ele o medo, o amor, a tristeza etc.

Inicialmente, o choque consta na idéia de uma simples metade perambulando por ai, causando uma certa repulsa e medo ao desconhecido. Logo, o foque do diretor em várias passagens, a sinceridade dos personagens, a frustração da metade masculina por amar a outra parte sem ser correspondido junto ao desespero deste, causam um sentimento de piedade ao espectador, sendo que por mais bizarro que possa parecer o curta, ainda assim é possível se identificar ali.

O ato de forçar o amor faze-la engoli-lo (cena onde as metades grampeadas estão comendo peixe, e a metade feminina simplesmente se desespera e tenta desgrampeá-la), o vazio de seu amor frustrado; dar-se por vencido quando o simples querer ‘ser amado’ não é o suficiente.

Quase como uma confissão silenciosa das pessoas, Paul McDonald conseguiu mostrar simplesmente o que a maioria das pessoas não consegue. O amador que ama, espera ser amado e sofre por aquilo que nunca se concretizará.

 

 

[Fiz  essa resenha supondo que você já viu esse curta, se não:

http://outrocine.blogspot.com/2008/11/terror-extremo-em-curta-australiano.html]

 


Escrito por Juliana às 23h00
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02/06/2010

Deus, ele estava ali.

Eu tão incondicionalmente o vi, mas nada pude fazer.

O que mais poderia? Não podia!

A primeira impressão que tive, foi o vazio.

Não o vazio sozinho, mas o vazio vácuo. O vazio sem sentido.

O impacto que me abateu naquele momento não fez que minhas emoções fossem absorvidas, sortidas num devaneio que eu chamo de baque.

O baque da heroína, um baque tão intenso que relaxa o corpo e você simplesmente fica desnorteado.

Mergulhado em um túmulo de rosas, o sangue ali escorrido no chão me fez lembrar das malditas flores.

As flores do velório, talvez?

Deus, deus, deus...Não canso de repetir esse nome.

Simplesmente a existência magnânima de algo agora não me faz sentido.

A existência de um ser ‘mor’ simplesmente me parece uma completa piada.

No meu baque, nesse momento, eu não sinto nada.

O líquido dourado me descendo pelas veias, espantosamente bom, me faz esquecer da realidade.

Deus, me escute.

Você não existe, mas me escute.

Não faça essa heroína parar de entrar, eu pretendo esquecer.

Por favor, coisa inexistente e existente, se você realmente existe, você vai fazer isso.

Faça minha consciência se amortecer nesse baque, e eu vegetar nesse chão. Merda!

Eu começo a rir, meu corpo parece se contorcer em uma enorme piada.

Me arrasto até o corpo do suicidado, lhe abraço.

Aquela carne fria me parece tão tentadora...Deposito minha cabeça no peito dele, as lágrimas começaram a escorrer.

Porra! O baque não está fazendo efeito.

Merda, uma ilusão.

Não tinha baque nenhum, eu estava tendo alucinações?

Desde quando eu usei heroína? Eu já usei heroína?

Calma! Cadê o corpo que estava aqui? Eu jurava que havia visto...Mas ele...

Me vejo no espelho, mas não consigo me ver.

Meu cérebro não entende o que está presenciando, seria um problema das sinapses?

Preciso de um baque...

 

*~*~*

 

No hospital psiquiátrico da cidade, algumas batidas ocas nas paredes poderiam ser ouvidas.

Os enfermeiros balbuciavam algo dentre as conversas que brotavam da mesa, os estalados no concreto da parede eram identificados por estes, que prontamente eram ignorados. A conversa continuava animadamente, e foi quando uma morena rechonchuda que permanecia na ponta da pequena banqueta, onde os enfermeiros almoçavam enfileirados, falou em uma voz manhosa e carregada:

 

_Alguém vai ver o que é? A do quarto 007, só pode ser.

 

Todos se puseram a olhar para a moça bonachona ali, alguns com um semblante carregado de uma irritação pelo assunto ser pronunciado, outros, com a consciência pesada por estarem cientes da situação, e simplesmente carregados pela preguiça, força de vontade ou até mesmo medo, arcarem com o peso da realidade.

Um enfermeiro, em resposta, pronunciou-se:

 

_Ah, estamos em horário de almoço! Depois eu vou lá.

 

Todos suspiraram aliviados, e voltaram a conversar.

A gordinha simplesmente balançou a cabeça de forma afirmativa, e não tardou até que seu espírito alcançasse o ânimo da conversa.

As batidas se tornavam ainda mais freqüentes, e ainda mais ignoradas.

Uma menina de corpo miúdo, ossos expostos pelo tecido epitelial, cabelos loiros como a palha e tão sem vida quanto, se alvoroçavam.

Os olhos amargos, tão pretos quanto suas olheiras, gritavam em súplicas sibilantes para que aquelas batidas cessassem.

Palavras repetidas freneticamente sem sentido eram repetidas sem mesmo uma única parada para respirar; “tamanhodesesperooqueeusintonessavidamargasofridadeustenhapiedadedessaexistenciavazia!”

Morreu!

Onde está minha família?

Por Deus, onde está meu cachorro?

Ele morreu, ele morreu...

Respirou.

Deu um soco no espelho, sua imagem lhe perturbava.

Pegou um dos cacos, cortou sua jugular.

Caiu no chão sangrando, um dos enfermeiros assustado olhou para um médico que caminhava até uma das bandejas de comida, cuja resposta foi um  sussurro: “Já morreu mesmo, estamos no horário de almoço...”


Escrito por Juliana às 23h27
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01/06/2010

Silenciador

Ele suspirou profundamente, levantou a mão timidamente e percorreu a extensão da mesinha no canto da sala, tocando a madeira maciça ali; sentindo sua textura lisa.

Fechou os olhos de leve, como se em um rompante pudesse lembrar de tudo.

Tudo que ela havia sido para si, tudo que eles haviam passado juntos...

Seu coração apertado berrava, mas de seu berro a única resposta foram lágrimas escorrendo dos olhos verdes murchos.

Mordeu o lábio inferior, sentando-se na poltrona já velha, com algumas rachaduras que avançavam cada vez mais pela parte estofada do móvel, batalhando contra a velhice do couro marrom. Ficou ali a se balançar, como se em uma esperança quisesse se lembrar dos tempos em que sua mãe o colocava para ninar, despindo-o de todos os tormentos e confusões que um jovem de 14 anos poderia ter.

Mas ele não tinha 14 anos agora, era um homem de 32.

Um adulto, uma pequena grande criança.

Apertou os punhos, olhando o ponteiro do relógio se mexer com tamanha freqüência, sentiu inveja.

Sentiu inveja do tempo, da voracidade que ele avançava sobre as horas, minutos, segundos... Da forma como ele regia o mundo, como todas as coisas passavam antes mesmo que ele pudesse pensar em piscar os olhos, ou das vezes que ele tardava a passar, como se caseasse dos outros e fizesse aquilo de uma forma proposital.

Deus, como queria que o tempo voltasse!

Viu o relógio rir de uma forma repleta de escárnio, um absurdo; levantou-se da poltrona com uma raiva que se afundava em seu coração, devorava sua sanidade; pegou aquele objeto arredondado, e foi com toda a sua dor, sofrimento, ansiedade, inveja, ódio e amor que o arremessou ao chão, ouvindo o barulho da matéria se espatifando contra o chão com gosto.

Experimentou a sensação de alívio ao observar os cacos, e o riso que veio a seguir fez com que seu corpo fosse envolvido pela parede branca logo atrás.

Colocou as mãos sobre a barriga, rindo alto; logo elas se seguiram para os cabelos, e procuraram algo que não fora encontrado.

Os risos se tornaram gritos, e os gritos ecoaram pela casa inteira.

Queria ela de volta, porra! Não, ela não poderia ter ido, nunca!

Deus nunca poderia ter feito aquilo consigo; nunca... Nunca...

Odiava Deus.

Odiava o tempo.

Odiava a si, e odiava a morte ainda mais, ela havia levado um pequeno pedaço da sua vida, nunca a perdoaria.

 

*~*~*

 

Ouviu uma campainha baixa soar.

Estava na hora...

O enterro precisaria ser feito, por mais que doesse.

A morte é apenas uma passagem, e isso nesse momento era o que ele mais se apegava.

Deus a carregaria em seus braços, sua mulher era uma abençoada...

Tão boa havia sido, tão dedicada, tão maravilhosa...

Sentiu novamente lágrimas serem derramadas por sua face, aquilo ardia; ardia como todo o sofrimento que lhe corria.

Em passos lânguidos caminhava até o porão.

Olhava a grama verde, reluzente e tingida por um alaranjado intenso do pôr-do-sol, regando-lhes um doce e suave toque amarelado; sua mulher gostava tanto de observar a estrela descansar, não haveria melhor momento para que pudesse descansar em paz.

Viu a cova perfeitamente cavada, logo com a lápide já colocada acima.

Sorriu no canto dos lábios, sentiu orgulho de ver o tamanho trabalho que havia tido, mas que não fora em vão.

Havia ficado simplesmente fabuloso! Se sua mulher estivesse viva, ficaria orgulhosa...

Teve de conter as lágrimas novamente, principalmente quando ao entrar no porão deparou-se com o caixão.

A madeira negra, brilhosa, junto com uma cruz na superfície agora em dourado; o suporte para que esse assim pudesse ser carregado...

Apertou os lábios um contra o outro, enquanto colocava o cadeado para assim selá-lo eternamente.

Pode-se ouvir um ruído ali dentro, uma espécie de chute na parte superior do caixão. A voz fina, entalada em desespero, sufocada berrava ali, um corpo.

 

_Por favor! Por favor! Tire-me daqui! Meu deus suplico! Alguém me escuta?! Eu estou viva! Eu estou viva! Tire-me daqui!...

 

Seu marido então começou a chorar em soluços, desolado.

Debruçou-se sobre a tampa, acariciando-a então. Queria tê-la de volta, meu deus, queria tê-la de volta...

 

_Ah, minha querida...

_Querido? É você? Meu deus! Tire-me daqui! Tire-me daqui! Graças a deus... Por favor, por favor, tire essa tampa... Está me sufocando... Tire-me daqui!

 

E ele soluçava ainda mais alto, enquanto arrastava o caixão por uma espécie de carrinho de metal, com uma base larga e rodinhas, deixando assim um suporte para ser puxado.

Os gritos de sua mulher dentro do caixão apenas se faziam cada vez mais agoniados, absorvidos em um único sentimento: medo.

Chutes, socos, poderia até mesmo ser constatado através dos barulhos o quanto ela se debatia, arranhava o caixão.

 

_Volte... Por favor... Volte...

 

Dizia ele, enquanto limpava as lágrimas que jorravam em abundância, arrastando agora o caixão do carrinho e o arrastando para próximo à cova.

 

_Por favor, eu te amo...! Você é a pessoa mais importante da minha vida! Não faça isso comigo... Eu nunca mais vou vê-lo! Ele não significou nada... Por favor, meu deus, por favor..!! Meu amor, meu único e puro amor... Tire-me daqui, me tire!

 

Usou toda sua força para empurrar aquela caixa negra para dentro do sepulcro.

O baque pode ser sentido pelo corpo de sua mulher ali dentro, devido a profundidade que havia sido cavada a cova.

Então, de pedidos desesperados, começaram berros.

Uma sinfonia de gritos, pedidos, lamentos, desculpas... Mais berros.

Seu marido se emocionou novamente, enquanto pegava a pá e começava a abrigar o buraco com a terra.

O sentimento mais puro estava escondido ali naqueles gritos, o sentimento da mais profunda angústia ali se abrigava. Era uma obra de arte, aquilo o deixou extasiado.

 

_Me perdoe...! Perdoe-me, pelo amor de deus! Só me perdoe, eu faço qualquer coisa!

_Eu a perdoou... Meu amor...

 

Dizia ele, em um sussurro; enquanto a cova engolia cada vez mais terra.

E depois de pás repletas de terra serem abandonadas no buraco, ele finalmente havia se tornado homogêneo com o resto do enorme jardim.

Apertou os olhos, e retirando uma flor de seu bolso; ouviu o último grito entalado de sua falecida esposa.

Sussurrou consigo mesmo, enquanto descansava a pequena rosa sobre a terra:

_Descanse em paz, minha mulher.

 


Escrito por Juliana às 12h23
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19/05/2010

Falsas idéias facilitam sua vida.

Imagine você, fazendo publicidade e propaganda, marketing ou qualquer coisa que mexa com esse meio.

Você demorou 4 anos pra fazer, estudou pra não ficar de DP [ou não] e precisa criar uma propaganda para a empresa que você trabalha.

Certo. Agora, uma coisa que eu não entendo...

Há tantos publicitários no mundo querendo empregos, e muitos desses são bons mas não tem chance de mostrar isso devido a saturação de empregados nesse meio, e é quando, diante de um produto que normalmente passaria desapercebido pelos seus olhos, você se encontra em uma dúvida.

Por que diabos, uma empresa tão grande contrataria um publicitário tão ruim?

Sim, é isso mesmo.

Hoje eu me encontrei com essa dúvida quando estava comendo uma bolacha; atrás do pacote tinha uma mensagem e logo abaixo "Família Bauduco".

Família?

Que merda! Quem colocaria uma coisa dessas?

Fala sério, eles acham que nós somos tão retardados assim de achar que a empresa é uma grande família feliz e satisfeita?

AH! PARA!

Que família que nada, lá no meio o diretor não deve saber nem da sua existência.

Mas as propagandas são sempre felizes, família pra lá e pra cá, gente sorrindo...

É claro que isso faz querer estar naquele lugar, e consumir, bla bla bla; sem muitos detalhes.

Agora...Não force.

É igual propaganda de creme dental.

Tem sempre muita gente sorrindo, "bonita", com aquela falsidade na cara que é de dar medo. Tem uma que eu não lembro nem o nome do creme dental, acho que é sorriso...Onde aparecia uma mãe de casa "perfeita" falando que precisava cuidar da família por causa da tripla ação, eu sei lá o que. E nisso aparecia cada integrante [sorrindo] e mostrando o por que aquela pasta de dente era perfeita para cada um, embora o ritmo de vida de todos ali fossem diferentes; nessa propaganda uma hora aparecia o filho do meio, sorrindo com uma 'pseudo-namorada' que davam um selinho. Sou horrível para explicar, mas não me lembro muito bem.

MAS DISSO, eu lembro.

Gente, aquele selinho era o selinho mais frouxo que eu já vi.

Não tem coisa mais falsa! Eu não sei se a menina tinha herpes, ou vice versa, se ela era um homem disfarçado, se era uma psicopata...Eu não sei, mas aquilo ali não engana ninguém! É devido a essas coisas que você não compra! Honestamente, se você visse uma propaganda de creme dental onde um casal nem dá um selinho direito, você compraria? Eu pensaria duas vezes: "nossa, essa pasta deve dar mal hálito..."

É CLARO! 

Igual propaganda de cerveja.

Nossa, essa é clichê.

SEMPRE a mesma coisa... Sempre. Mulheres, bundas, sorrisos...

Eu fico pensando o que acontece no set depois que acaba a gravação. No mínimo, como diria meu filósofo primo, deve dar treta; já reparou na cara de fresca que aquelas mulheres tem?

Meu bem, não se iluda, tem muito silicone e tratamentos estéticos ali, e uma mulher dessas a primeira vista é algo maravilhoso, mas elas são os famosos "VV", felicidade na hora de vir e na de voltar.

O prejuizo que elas vão te dar na conta bancária não está escrito, e entre tantas outras, eu acho melhor você considerar aquela menininha legal da sua escola, trabalha etc; que é bonitinha, normal e simpática.

Mas onde eu parei mesmo? Ah sim! Nas propagandas.

Outras que me dão raiva, são aquelas de definir o corpo etc.

A TÍPICA FOTO DO ANTES E DEPOIS!

Quem olha de primeira, acha que aconteceu um verdadeiro milagre. Alguém com uma barriga enorme depois de alguns dias, lisinho...

Colega, jogue seus ombros para frente, pareça Quasimodo andando, e você vai ver a 'adorável' pancinha que você ficará, agora ajuste essa postura...e PUF! Um manequim [ou não, mas enfim...]

Sinceramente, não dá para acreditar que há quem ainda creia nessas coisas. Alguns por falta de instrução, informação, por que o meio em que eles convivem não ajuda ou devido a situação precária etc etc etc... E alguns por que...São idiotas mesmo.

Não estou julgando os idiotas, por que eu também já fui idiota [sou, as vezes]. Todos já foram ,mas alguns aprenderam...Outros, nem tanto.

 

 

Pra mim, tá parecendo que ele queria ter ido ao banheiro e não deu tempo, isso sim.


Escrito por Juliana às 14h51
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17/05/2010

O ícone do heavy metal, Ronnie James Dio, morreu na manhã deste domingo (16), em decorrência de um câncer de estômago. O roqueiro ganhou fama como vocalista das bandas Rainbow, Black Sabbath e Heaven & Hell, além de ter feito uma bem-sucedida carreira solo.

A informação foi divulgada pela mulher do cantor, Wendy, em seu site oficial. "Hoje meu coração está partido, Ronnie se foi às 7h45", publicou ela, que também pediu privacidade para lidar com a perda. A notícia do câncer do músico foi divulgada em novembro de 2009, ainda em estágio inicial. O cantor havia diminuído a agenda de shows para cuidar melhor da doença.

"Ronnie sabia o quanto era amado por todos. Nós agradecemos muito o amor e o apoio que todos tem dado para nós. Por favor, nos dê alguns dias de privacidade para lidar com esta perda terrível", escreveu. "Ele amava a todos e sua música viverá para sempre", publicou no final do comunicado.

Dio, cujo nome de batismo é Ronald James Padavona, nasceu em Portsmouth, New Hampshire. Ele começou a carreira tocando em bandas de rockabilly durante os anos 1950.

O cantor ganhou notoriedade nos anos 1970, quando Ritchie Blackmore, guitarrista do grupo inglês Deep Purple, contratou Dio para ser o vocalista de sua nova banda, o Rainbow.

Em 1979, quando Ozzy Osborne foi expulso do Black Sabbath, Dio o substituiu e ao lado da banda gravou os discos Heaven and Hell (1980), Mob Rules (1981) e Live Evil (1983). Deixou o grupo para seguir carreira solo, mas voltou em 1983, quando lançou Dehumanizer (1992).

Dio também é o criador do chifrinho feitos com os dedos, usado até hoje por fãs de diferentes gêneros de rock, sobretudo entre os headbangers.

O último álbum de estúdio com o cantor foi The Devil You Know, lançado em abril de 2009. Meses depois, em novembro, ele veio ao Brasil para divulgar o álbum, gravado com a banda Heaven & Hell, que reúne seus ex-companheiros de Black Sabbath, o guitarrista Tony Iommi, o baixista Geezer Butler e baterista Vinnie Appice.

fonte: http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI4434242-EI13419,00.html

 

O que eu tenho para dizer é.

Além de um exímio cantor, um exemplo de ser humano.

Descanse em paz Dio, por que você a merece mais do que qualquer um, ficará eternizado sempre em nossos corações.

 

 

 

 

 


Escrito por Juliana às 15h18
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16/05/2010

Quando não tiver o que dizer, não diga.

É claro que sempre existem pessoas no mundo mais fudidas que a gente.

Isso é um fato inegável, e ninguém quer ouvir isso quando está passando por uma crise daquelas.

Mas as pessoas, quando não sabem o que falar, falam demais [como diria o nosso eterno Renato Russo], e o que era pra fazer uma pessoa melhorar só a deixa se sentindo pior.

Queridos, por favor; quando seu amigo(a), tia(o), mãe ou pai, namorada(o) estiver mal, naqueles dias onde tudo parece que vai desabar, onde ela realmente encarnou a Clara [aquela ceguinha da novela, que chorava como uma condenada] e está se sentindo o cocô da pomba pisado, não diga: 'tem gente pior'. Ela (ou ele) não são retardados a ponto de não saber isso, eles sabem muito bem, mas eles não querem se sentir pior do que já estão, capicche?

Se uma pessoa recorre a alguém que confia muito para ser desemparada, ela não precisa se sentir uma fracassada [a não ser aqueles seres incovenientes que só vem te pedir ajuda quando estão mal, fora isso não dizem nem oi. Esses que te taxam como psicológo particular de plantão, mande a merda].

Não se sinta na obrigação de falar algo só por que a pessoa querida está tendo um surto. Se você não souber o que falar, NÃO FALE!

Não abra a boca só para sentir que está ajudando, você não está! Você está piorando...!

Só realmente diga alguma coisa se souber o que está dizendo, caso contrário, fique de boca fechada.

As pessoas procuram ajuda, acalento, alguém que as console e as façam melhorar. Se você não for o acalento, contente-se com a posição de um ombro amigo silencioso, mostrando que está sempre lá para ajudar.

Isso basta! Se for para ficar papagaindo coisas inúteis e que deixa alguém ruim pior, melhor calar a boca.

 Como diria aquele antigo ditado chinês:

"Cuida-te para que seu silêncio não seja melhor que suas palavras".

 


Escrito por Juliana às 14h45
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15/05/2010

A loucura não se faz em algumas pessoas, mas em um mundo por inteiro.

A sexualidade está ficando cada vez mais precoce. O que, na época dos nossos pais era considerado como algo impróprio para adolescentes, hoje em dia é visto como normal quando isto atinge as crianças.

Crianças não no sentido figurado, mas realmente crianças.

7,8,9,10,11,12 anos...

Vivemos em um mundo globalizado.

Uma informação pode ser compartilhada com uma pessoa do outro lado do mundo de uma forma tão rápida e eficaz, que o telefone se faz extremamente dispensável, e a utilização de cartas está se perdendo e caminhando para a total extinção conforme as 'novas tecnologias' são lançadas, e se mostram substituíveis por métodos antigos.

Problemas? Nenhum muito grave, até agora.

Mas o termo 'informação' se faz presente em muitas áreas, onde compartilhar 'informações' não necessariamente se designe a algo informativo e que acrescente algo ao seu intelecto, mas sim coisas de fins pessoais (inclusive aquelas que são proibidas por lei, não?).

Essa semana, pessoas do mundo inteiro ficaram surpresas diante da disponibilização de um vídeo no youtube, cujo meninas de 7 há 9 anos de idade, com trajes curtíssimos e repletos de sensualidade dançavam cheias de energia, e com uma técnica impecável a música "Single Ladies" da cantora Beyoncé.

A primeira impressão que você vai ter vendo o vídeo é de admiração, surpresa e até um pouco de susto, se perguntando como diabos uma criança consegue dançar daquela forma. Mas se você tiver um pouquinho de consciência na sua cabeça, ficará chocado.

Eu fiquei, e estou até agora.

É inegável dizer que aquelas meninas dançam muito melhor que dançarinas adultas e formadas, a técnica utilizada por meninas tão novas é algo absurdo, os erros na coreografia são quase invisíveis para alguém tão ignorante em dança quanto eu. Mas depois de algum tempo, sua racionalidade diante disso berra no seu ouvido, e você simplesmente se pergunta: "Mas o que diabos está acontecendo com o mundo?".

Claro que muitas pessoas adoraram, acharam simplesmente linda a dança etc etc.

Não consideraria isso como burrice, mas uma ingenuidade e talvez um pouquinho de ausência de um mínimo de sensatez diante disso.

Imagine que você seja uma mãe ou pai agora, que ama sua pequena filha de 7 anos que até ontem estava brincando na casa da sua coleguinha. De repente, a professora de dança dela decide montar um musical e quando você vai ver, sua filha está usando um mini shorts, um top e rebolando mais do que qualquer menina que na sua época, se tentasse realizar esse feito, provavelmente teria um deslocamento da coluna.

Qual seria sua reação?

Se você ficaria encantado, abraçaria a professora de dança, divulgaria na internet para o sucesso da carreira de artista da sua filha e deixaria ela continuar vivendo normalmente indo e vindo sem uma supervisão, eu te digo.

VOCÊ TEM PROBLEMA. NÃO TENHA FILHOS, e se tiver; eu espero que haja alguém com bom senso suficiente para tomar conta deles, por que você DEFINITIVAMENTE não tem.

Agora, se você ficaria orgulhoso por sua filha dançar bem, mas assustado pelo encaixe que aquele talento recebeu, processaria a professora e ficaria com uma vontade real de matá-la.

Parabéns.

Gente, pedofilia não é algo que aparece em jornais ou revistas para ganhar publicidade.

Pedofilia é um crime real.

Porra, as pessoas ainda não tem noção de que existem pessoas doentes o suficiente para querer estuprar crianças!?

Bebês de 5 meses que foram estuprados por um cabo de martelo; crianças de 2 anos que foram abusadas sexualmente pelos pais ou muitas vezes amigos da família, meninas de 12 anos grávidas por serem vítimas de estupro.

Em que mundo você vive?

Se você elogiaria a professora, bata a cabeça mil vezes na parede para ver se seu cérebro se remexe o suficiente para ativar algum neurônio ai.

O mundo está ficando doente, as pessoas nem sequer notam.

Coisas assustadoras, absurdas, quase grotescas passam por nossos olhos, e nossa reação é: normalidade.

Tudo está virando normal.

Tudo!

Assassinatos são coisas quase rotineiras, e a depressão de uma mãe que teve seu filho morto vítima de um atropelamento cujo motorista estava bêbado e não sofreu um arranhão é algo que...Acontece.

Vá a merda, se você pensa assim.

É tudo que eu desejo, vá a merda.

Eu fico desesperada diante da neutralidade e conformismo com as bizarrices do mundo, onde a ética tende ao esquecimento e egocentrismo é a chave de tudo.  É claro que você vive em um sistema, mas definitivamente com esse mundo tão 'globalizado' e com qualquer informação ao nosso alcance, dizer que a ausência de consciência diante disso é um vitimismo ... Você é retardado.

Esse discurso parece meio moralista, coisa do tipo "seu pai diria isso".

Mas que se foda, eu não estou escrevendo nada para que alguém leia e averigue se eu estou sendo tal coisa ou não estou. Estou escrevendo diante do desespero que sinto quando vejo coisas assim e a reação do mundo, e isso me endoidece.

Se a loucura é considerável um fenômeno que exija tratamento psiquiátrico, então nós vivemos em um grande manicômio.

Mas a diferença é, não tem cura.

Você pode tomar analgésicos que tirem sua dor e te façam viver alienado diante de tudo (como a maioria das pessoas fazem), mas isso não vai fazer esquecer o fato que, uma hora ou outra, a dor voltará.


Escrito por Juliana às 16h11
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13/05/2010

Pare o mundo, eu quero descer!

Raul podia ser o que for, mas que o cara era inteligente, isso ninguém pode negar.

Uma vez ele citou uma das frases mais sábias que eu já pude ouvir, e com certeza uma delas cá veio muito bem a calhar na minha vida em certos momentos. Agora, eu estou em um desses momento; onde querer descer dessa esfera azul chamado "terra" é sua única vontade.

Mas que porra! O que há na cabeça das pessoas?

Estava eu aqui, na internet, até que então me deparo com um negócio chamado "VDG".

Pensei comigo mesmo, "Ué, que será que é isso não?" (maldita curiosidade), e eu, na minha ingenuidade, fui clicar lá.

Imagine um pesadelo.

Pois bem, agora multipique por três.

Some 6,02x10²³; depois de ter feito isso tudo, pegue pré-adolescentes e junte nisso ai.

Com o resultado, você se aproximou do VDG ou "Vida de Garoto".

Que porcaria é essa? Pois bem, eu explico.

Vida de garoto é uma "série" criada pela revista Capricho, revista que visa atingir o público pré e adolescente, onde eles pegam meninos que atendam ao padrão considerado pela mídia como BONITO, criam uma histórinha desses três garotos em torno disso e... Sei lá, eu não sei mais o que falar.

Caramba, isso ai é uma merda!

NÃO TEM o que falar! Não tem!

Eles não sabem nem atuar! As histórias incrívelmente mal elaboradas, a atuação é simplesmente um lixo, enfim.

Se você quiser perder seus neurônios, use drogas! Caramba, tome LSD, bala, ecstasy; injete heroína, cheire cocaína, fume um baseado, cheire sua borracha depois de triturada, beba whisky com prozac, que seja, faça qualquer coisa... Mas NÃO vai perder o seu TEMPO assistindo isso ai. Eu cometo erros, assumo, mas de alguém que passou pela escuridão e viu a luz, NÃO VAI VER ISSO!

Aqueles muleques parecem um pintinho, caramba. Nem o Chicken Little lá é daquele jeito; e o foda é que se acham bonitos ainda.

Ah gente, me poupe vai.

Se eu mostrar esses projetos de gente pra minha mãe, ela vai arquear as sobrancelhas e falar: "Tá mas...Cadê os meninos? Só tem menina!", e complementar: "não, por que na minha época, homem que tivesse cara de homem era galã, peludo e tal".

Pois é! Até então, eu pensava que na MINHA também!

Mas não, eu me enganei completamente.

E o mais engraçado é, esses garotos não sabem fazer PORRA nenhuma, nem falar direito.

Nem falar direito? É, nem falar direito.

E nem ficar com mulher, resumindo, eles não fazem nada.

Só se acham bonitos.

Mas pensa só, tem adolescentes e pré-adolescentes que gostam disso.

MEU! MAS QUE QUE É ISSO?

EU NÃO ME CONFORMO!

PARA!

O porte de armas não pode ser legalizado!

Ué, mas que isso tem haver? Imagine você na rua, tranquilo enquanto olha a movimentação, quando passam duas meninas na sua frente "Ai, você viu VDG ontem? Aquele ...(não lembro o nome de nenhum) é liiiindo!".

Quem, com sanidade o suficiente e portador de uma arma, diante dessa cena não daria um tiro?

Po, eu daria.

E daria com felicidade e mente tranquila: "Eu fiz um bem para a humanidade!".

Para com isso.

Saudades da época em que High School Musical e RBD era sinônimo de tosquice.

http://www.youtube.com/watch?v=MozsFPrPC7g

Esse é um video de um cara falando (mal, é claro) sobre essa série.

Achei muito bom.

 


Escrito por Juliana às 19h09
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12/05/2010

São peitos, não melancias.

Conversas são conversas, não queira saber como ela surgiu, mas contente-se com o fato que ela surgiu e pronto.

Pois bem, hoje durante a aula, durante uma conversa eis que surge o assunto: Peitos.

Peitos? É, peitos.

É claro que, diante de uma conversa assim, grupinhos ativistas de suas opniões se separam e eis que começa o debate.

"Não, por que mulher peituda é o que há"

Normalmente, portadores desse discurso são pré ou adolescentes que se acham pegadores, cuja mentalidade sustente uma maturidade de aproximadamente -1, vêem muito filme pornô, se acham foda e, secretamente, são sexualmente frustrados.

"Não, mas mulher de peito pequeno também tem seu charme"

Bem, homens que dizem isso costumam ter uma namorada com peitos menos avantajados, e se sentem extremamente satisfeitos com eles (ou a namorada está por perto).

"O tamanho do peito não importa, o que é importa é o que a mulher é"

Nem preciso dizer que esse é o discurso da mulherada de peitos médios/pequenos.

"Mas ter peito é bom hein, é mais feminino".

Discurso de mulheres peitudas.

Pois bem, problema nenhum em você, querido ser humano do sexo masculino, gostem de mulheres que carreguem verdadeiras melancias no seu sutiã (e que não se encaixe no perfil descrevido abaixo, mas s e a carapuça serviu...); e você, mulher com peitos avantajados, não se sinta ofendida! Mulheres com seios fartos naturais são lindas, ou com silicone, se você se sente bem consigo isso é importante.

Mas agora, que isso vá pelo bem estar, e não pelo bem do público masculino (ou feminino, tanta mulher colocando silicone pra amiga ter inveja... ¬¬). Cada peito tem sua beleza.

Pequenos, médios, grandes; que seja! Seios são valores femininos sim, mas não o tamanho deles.

Aceite o fato deles seres simplesmente o que são; e vamos parar de lutar tanto contra o que temos.

É FATO QUE mulher adora um confete ("ai, mas eu tenho peito pequeno, mimimi") e ouvir que o tamanho de seus seios está simplesmente perfeito para ela etc etc; mas sem neura.

Por que acima de um par de seios, importante mesmo, são os vários neurônios que você tem na cabeça.

Afinal, você não vai querer ser uma mulher altamente siliconada, do tipo "sou capa de revista", mas quando abre a boca causa uma vontade de suicídio em massa no pessoal.

Por que com mulher peituda e artificial, só o velho da Playboy aguenta (é claro! É rico, mas tá simplesmente acabado já,  tem merda nenhuma na cabeça, certeza que não tem uma ereção no mínimo há uns 5 anos, não aguenta o tranco e ainda fica pagando de fodão para os outros. Ah, conta outra vai, ainda acho aquele velhote um belo de um GAY enrustido e frustrado, ah! Falei mesmo).

 

Ao invés de dar dinheiro para suas 'coelhinhas' colocarem silicone, ele podia dar um jeito na cara; fato.

Quem diz que todo rico é inteligente?


Escrito por Juliana às 20h39
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Essas surpresas da vida...

Kimberley Blunt acorda com algumas dores no estômago em uma madrugada.

Depois de algumas semanas, a dor tornou-se isuportável e sua ida ao hospital se tornou uma necessidade.

Chegando lá, foram-lhe aplicadas alguns medicamentos para diminuir a dor, sendo perguntado várias vezes antes se ela estaria grávida.

A resposta foi negativa, e quando o médico foi dar-lhe o diagnóstico, Kimberley foi levada imediatamente a sala para o trabalho de parto.

Perai, trabalho de parto? É isso ai, Kimberley Blunt estava grávida, mas ela não sabia[...]

Utilizando anticoncepcionais, Kimberley substituiu seus métodos contraconceptivos por injeções; sua menstruação permaneceu irregular mesmo durante a gravidez, e sem saber que em seu ventre abrigava um bebê, ao completar 21 anos ela encheu o caneco e bebeu tudo que podia (e não podia); mas bem, o bebê nasceu saudável (isso que é ser lutador) diante de tudo isso.

Agora vem a pergunta...

Mas seria possível que ela não soubesse que estava grávida? Pois bem! Eis a questão.

O namorado de Kimberley não queria uma gravidez, e conforme consta no vídeo, o rapaz ficou estupefato com a notícia: "Foi o dia mais estranho da minah vida, mas com certeza o melhor".

As pessoas próximas a Kimberley disseram que ela não parecia grávida, e a mamãe complementou: "Nunca senti vontades ou coisas semelhantes".

Agora.

Imagine como deve ter sido "agradável" para Kimberley, diante daquelas dores isuportáveis, saber que...PUF! Estava grávida.

Você utiliza os anticoncepcionais certinho (ou não), tem uma vida sexualmente feliz e ativa com seu namorado (ou não²) e de repente...Você tem um baby!

Isso seria algo assim...Maravilhoso?

É certo que para algumas mulheres estéreis, ter filho é algo tão almejado que chega a ter um valor imensurável. Mas imagine um adolescente que volta as 8 da manhã para a casa, enche a cara, testa desde benflogin e anfipramona até anfetamina com whisky para ver se tem uma viagem psicodélica; come tão bem quanto uma lata de lixo no centro de Nova York, dorme tão pouco quanto um urso durante o período de hibernação, transa com qualquer coisa que se mova entre várias outras coisas; e de repente, um ser com tamanha responsabilidade como esse descobre que vai ser mãe ou pai.

Uma beleza, não?

Que bom que nem todos os adolescentes são assim (embora a grande maioria se mostre fiel a esse papel, caso contrário o índice de natalidade não estaria aumentando tanto) se não... Iria ser um problema.

"Ora, mas você está se achando muito madura agora?"; não! Pelo contrário, digo isso com a mais pura certeza quando penso em mim como mãe! Meu filho seria uma criança com transtornos psicossomáticos de personalidade, bipolaridade etc etc.

Caramba, se eu não sei cuidar nem de mim, imagina de um filhote de ser humano?

Meu instinto maternal não aflorou ainda, por que eu continuo achando bebês recém-nascidos com pequenos aliens ("carinha de joelho").

Mas, diante disso tudo...

A dúvida penumbra: Será que ela não sabia mesmo que estava grávida?

O povo acreditou só por que foi a Discovery que contou; minha filha, não tente seguir a idéia.

A história de que, em período fértil, sentar em um banco quando ele ainda estiver quente depois que um menino acabou de se levantar  pode engravidar (totalment lógico um negócio desses -.-) D-E-F-I-N-I-T-I-V-A-M-E-N-T-E não cola mais.

http://tvuol.uol.com.br/#view/id=eu-nao-sabia-que-estava-gravida-0402193864C4C18346/user=yaq680z51683/date=2010-05-12&&list/type=user/codProfile=yaq680z51683/

 

 


Escrito por Juliana às 20h12
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11/05/2010

Nerdices a parte.

Certo, certo.

Fazem anos que eu não posto, eu sei! Mas agora eu realmente acho que...Eu vou voltar a postar com maior frequência *segunda vez que diz isso*

Mas enfim, trago boas novas, ou nem tão boas assim; depende do ponto de vista.

Uma, para mim, ótima; a outra... Péssima

Primeiro, que venha a péssima.

Hoje, o ilustrador Frank Fazetta, aos seus 82 anos faleceu após ter sofrido um AVC.

Frank Fazetta foi o ilustrador de Conan e Tarzan, entre muitas outras ilustrações incluindo uma caricatura do Ringo Star (The Beatles), publicada na capa da "MAD" em 1964.

Para um exímio artista, cujo talento inspirou muitos artistas atuais, que descanse em paz.

AGORA a boa notícia.

Kellan Lutz e Ashley Greene, atrizes secundárias do filme Crepúsculo, podem atrasar a continuação do filme (AI QUE CHATO! =/)

Devido ao sucesso de bilheteria após os primeiros filmes da saga terem sido lançados, o elenco ganhou muito mais nome; e lógicamente, está cobrando muito mais caro.

Os personagens principais já estão com os contratos assinados (merda), mas devido aos desacordos com o estúdio, as atrizes podem ser substítuidas, gerando assim um atraso considerável nas filmagens.

(...Não, tá certo mesmo! Tem que atrasar...! Pede mais, pede mais! Espero que se elas forem substítuidas, as novas atrizes peçam um aumento também... =X *maldosa*)

Enfim, nada contra, crepúsculinhas.

 Vocês podem colocar a foto do Edward ou do...Jacob (é isso mesmo o nome daquele projeto de lobisomen?), podem dar seus pitis, usarem camisetas idealizando os atores do filme, falar mal do cabelo da Bella, enfim; o que quiserem.

Mas eu também posso, então, viva a liberdade de expressão.

http://www.youtube.com/watch?v=ba7hsMLIJhQ

(PS: Imagina namorar com uma menina dessas.

Para cada estréia do crepúsculo, você iria precisar de muito Prozac, tampões de ouvidos e manter uma distância considerável de objetos cortantes.

- "Por que?"

Para não cometer um homicídio, é claro)

 


Escrito por Juliana às 20h14
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05/04/2010

Voltando...

Pois é, meus queridos.

Depois de muito tempo, cá estou eu voltando a atualizar esse humilde blog.

Dei um tempo, colocar a cabeça em dia, e não muito os estudos...Mas enfim.

Segundona, aquela preguiça...Aquela atenção na aula.

Meu deus, como eu odeio esse dia; e tenho certeza que minha opnião não é exclusiva nesse quesito.

Mas a vida continua [ainda bem] e a semana também, ainda para dar aquela motivação durante esse meio tempo; é bom lembrar que domingo 8h30min tem um simuladinho.

Delícia, como eu "adoro" essa vida de vestibulando.

Em partes, pois essa definição tem realmente de ser re-avaliada.

Em uma sala de cursinho podem ser aplicados muito conceitos, e é interessante você avaliar em quantos quesitos um determinado grupo se aplica.

Existem os estudiosos, que estão se preparando para um curso extremamente concorrido [vide medicina, engenharia no ITA, administração na FGV etc etc]; aqueles ainda estudiosos mas nem tanto, que ainda tem aquelas conversinhas nos intervalos de aula e se levantam para ir no banheiro quando sentirem vontade durante as aulas.

Tem também um dos tipos mais pitorescos na sala de cursinho, cuja presença na sala de aula é praticamente anônima. Aquele famoso "aluno fantasma" onde eles raramente vão, quando vão, dois V. Vão e voltam [afinal, quem não fica com saudade dos colegas de sala de vez em quando?].

Os famosos dorminhocos, que recebem aqueles apelidos carinhosos como:

- soninho

- morto

- DC [não, não é da HQ não, seu nerd :P, aliás... Alguém quer me emprestar a edição da mulher maravilha com o super-homem?] = Desfalecido continuamente

 - Urso [hibernação...é, isso ai] etc etc...

Existem causos onde isso se tende a se atenuar, nessas situação a pessoa vêm geralmente acomapanhada por seu travesseiro ou semelhantes.

E, para finalizar...Nossa "querida" turma do fundão.

Aquele povo que não faz merda nenhuma, não fecham o bico durante as aulas, fazem piada de tudo; mandam bilhente entre si provavelmente comentando da menina(o) que tem uma bunda bonita ou semelhantes, se vão perguntar algo ao professor provavelmente é uma dúvida idiota, onde a cara de paisagem que o nosso querido mestre irá fazer diante de uma pergunta daquelas causará risadas na "galerinha descolada" lá de trás.

Durante o extensivo, nós xingamos.

Mas estranho seria se não tivesse esses famosos tipos em uma sala de cursinho pré-vestibular.

Quando tivermos 30, 40, 50 anos...Lembraremos dessas coisas, e iremos rir... [Ou não, mas enfim].

E quando tudo isso realmente não se faz tão desagrádavel, que atrapalhe em nível considerável sua aprendizagem... Você simplesmente releva no presente, mas lembra disso no futuro.

Afinal, é engraçado e até irônico coisas do tipo; e no fundo no fundo, dependendo dos casos...Até divertido.

Ruim com eles, pior sem eles.

Por que estranho mesmo seria, se em uma sala enorme de um cursinho extensivo todos fossem iguais.

 

 


Escrito por Juliana às 15h56
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20/03/2010

Vou ficar sem atualizar por um tempo.

Quando atualizar, vai ser beem raramente.

Cursinho, estudos..etc etc.

Beijo gente


Escrito por Juliana às 14h13
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